sábado, 9 de outubro de 2010

João 3:16

Creio que este é um video muito conhecido já, porém sempre é bom refletirmos no tamanho do amor de Deus para conosco.

 
"Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna." (João 3:16)

Descoberto o "Perfume de Maria Madalena"

Uma surpreendente descoberta realizada por arqueólogos italianos membros da Custódia da Terra Santa e da Ordem de Estudos dos Franciscanos foi feita em dezembro de 2008 e que pode trazer luz a um dos capítulos mais impressionantes dos evangelhos. 

Segundo os arqueólogos foram encontrados na cidade de Migdal, ao norte de Israel e junto ao Mar da Galiléia, uma série de lâmpadas e ampoletas, ou seja pequenos vasos contendo uma boa quantidade de perfume que ficou conservado até os dias de hoje pois estavam lacrados. Segundo uma avaliação arqueológica os perfumes datam da mesma época de Jesus, ou seja, o primeiro século da era cristã. 

Os objetos foram encontrados dentro de uma piscina que ficava debaixo de um arco que estava completamente aterrado com barro. Além do perfume foram encontrados um grande número de pratos, cerca de 70, ao qual se atribui a soldados romanos além de pratos e copos de madeira. Segundo Flávio Josefo, viviam em Magdala nesta época, cerca de 40.000 habitantes, bem mais do que vivem nos dias de hoje. 

Após um intenso trabalho, ao fundo da piscina foram encontradas outras relíqueas, uma grande quantidade de instrumentos utilizados por mulheres da época como pentes, pinças, potes de cremes que agora estão sendo avaliados quimicamente. Se as descobertas forem confirmadas com as análises químicas, este seria um "boticário" semelhante ao de Maria Madalena ou da Pecadora que teria ungido a Jesus antes de morrer. Isto traria mais luz aos costumes da época e da vida diária no primeiro século.

A descoberta da "Pefumaria de Maria Madalena" como está sendo chamada pelos arqueólogos franciscanos é sem dúvida algo impressionante e análises corretas dos produtos poderão permitir a indústria produzir perfumes e cremes semelhantes aos utilizados naquele período da história.(Cafetorah)

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Pipoca

A transformação do milho duro em pipoca macia é símbolo da grande transformação por que devem passar os homens.
O milho de pipoca não é o que deve ser.
Ele deve ser aquilo que acontece depois do estouro.
O milho somos nós: duros, quebra-dentes, impróprios para comer.
Mas a transformação só acontece pelo poder do fogo.
Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho para sempre.

Assim acontece com a gente.
As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo.
Quem não passa pelo fogo fica do mesmo jeito, a vida inteira.
São pessoas de uma mesmice, uma dureza assombrosas. Só elas não percebem.
Acham que o seu jeito de ser é o melhor jeito de ser. Mas, de repente, vem o fogo.
O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos - Dor.

Pode ser o fogo de fora: perder um amor, um filho, um amigo ou o emprego.
Pode ser o fogo de dentro: pânico, medo, ansiedade, depressão, doenças e sofrimentos cujas causas ignoramos.
Há sempre o recurso do remédio, uma maneira de apagar o fogo. Sem fogo, o sofrimento diminui.
E com isso a possibilidade da grande transformação.


Imagino que a pipoca dentro da panela, ficando cada vez mais quente, pensa que a sua hora chegou: vai morrer.
Dentro de sua casca dura, fechada em si mesma, ela não consegue imaginar destino diferente.
Não pode imaginar a transformação que está sendo preparada.
A pipoca não imagina aquilo de que ela é capaz.
Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo, a grande transformação acontece: BUM!
E ela aparece completamente diferente, como nunca havia sonhado.

Piruá é o milho que se recusa a estourar.
São aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente, se recusam a mudar.
Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que o jeito delas serem.
A sua presunção e o medo são a dura casca que não estoura. O destino delas é triste.
Ficarão duras a vida inteira.
Não vão se transformar na flor branca e macia.
Não vão dar alegria para ninguém.
Terminado o estouro alegre da pipoca, no fundo da panela ficam os piruás que não servem para nada.


Seu destino é o lixo. E você, o que é?
Uma pipoca estourada ou um piruá?

"... Ele (Jesus Cristo) vos batizará com o Espírito Santo e com fogo." Mateus 3:11


Ruben Alves
Do livro "O Amor que acende a lua" 

Tudo por Cristo

Uma boa meditação sobre um trecho da Palavra de Deus. Confiram.





Título: Tudo por Cristo
Referência bíblica: Carta de Paulo aos Filipenses, Cap. 3

Noé

Neto de Matusalém (Gn 5:25-29) que foi, durante 250 anos, contemporâneo de Adão. Era filho de Lameque, que tinha cerca de 50 anos quando Adão morreu. Este patriarca é corretamente visto como o elo de ligação entre o velho e o novo mundo. É o segundo progenitor da família humana.

As palavras do seu pai Lameque quando ele nasceu (Gn 5:29) são vistas como tendo um sentido profético, designando Noé como um tipo daquele que é o verdadeiro “descanso e conforto” dos homens que levam sobre si o fardo da vida (Mt 11:28).

Viveu 500 anos e lhe nasceram três filhos: Sem, Cam e Jafé (Gn 5:32). Era um “homem justo e perfeito na sua geração” e que “andou com Deus” (comparar com Ez 14:14, 20). Mas os descendentes de Caim e de Sete começaram a casar-se entre si e assim surgiu uma raça que se distinguiu pela sua incredulidade. Os homens tornaram-se cada vez mais corruptos e Deus determinou varrer da terra a sua perversa população (Gn 6:7). Mas com Noé Deus fez um concerto, prometendo-lhe salvá-lo do ameaçador dilúvio (Gn 6:18). De acordo com as palavras de Deus, foi-lhe ordenado que construísse uma arca (Gn 6:14-16), para que ele e a sua casa se salvassem. Passaram-se 120 anos enquanto a arca esteve a ser construída (Gn 6:3). Durante esse tempo, Noé deu o seu testemunho contra a descrença e a maldade daquela geração (1Pe 3:18-20; 2Pe 2:5).

Quando a arca de “madeira de Gofer” (mencionada somente aqui) ficou pronta, de acordo com a ordem de Deus, as criaturas vivas que deveriam ser salvas entraram na arca; e depois Noé, a sua mulher, os seus filhos e as suas noras entraram também e “o Senhor a fechou por fora” (Gn 7:16). O julgamento caiu, então, sobre o mundo culpado, “pereceu o mundo de então, coberto pelas águas do dilúvio” (2Pe 3:6). A arca flutuou nas águas durante 150 dias e acabou por posar nas montanhas do Monte Ararat (Gn 8:3, 4); mas só depois de algum tempo Deus permitiu que eles saíssem da arca. Por isso, Noé e a sua família ainda permaneceram um ano inteiro dentro da arca (Gn 6:14).Ao sair da arca, a primeira coisa que Noé fez foi erigir um altar, oferecendo sacrifícios de ação de graças e adoração a Deus. Deus fez, então, um concerto com ele, o primeiro entre Deus e o homem, dando-lhe a possessão da terra e estabelecendo regras novas e especiais que ainda permanecem em força no tempo presente (Gn 8:21-9:17). Como sinal e testemunha deste concerto, Deus fez surgir o arco-íris, tendo sido adotado por Ele como garantia de que o mundo não mais seria destruído por um dilúvio.Mas Noé, depois disto, cometeu um grave pecado (Gn 9:21); e a conduta de Cam nesta triste ocasião deu lugar a uma predição memorável relativa aos seus três filhos e sua descendência. Noé “viveu depois do dilúvio 350 anos e morreu” (Gn 28:29).

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Não reclame. Agradeça.

Não lembro aonde foi que eu vi esta tirinha pois isso já faz algum tempo, mas vou colocá-la aqui pois trás uma grande lição para todos nós, os cristãos : Não reclame mas agradeça a Deus por tudo.

Muitas vezes nós levamos uma pedrada de alguém e começamos a reclamar para com Deus o porque daquilo ter acontecido, mas se olharmos bem veremos que aquela foi apenas uma pedrinha de nada que nos atingiu, e nem se compara as inúmeras pedradas maiores que estavam para nos atingir e Cristo tem nos livrado.

Portanto irmãos e irmãs não reclamem das "pedrinhas" que de vez enquando nos atingem, mas agradeçam a Deus por nos livrar das "pedradas maiores". Deus os abençoe.



"Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco." (I Tes 5:18)

A Adoração a Deus

"E Esdras abriu o livro perante os olhos de todo o povo; porque estava acima de todo o povo; e, abrindo-o ele, todo o povo se pôs em pé. E Esdras louvou o SENHOR, o grande Deus; e todo o povo respondeu: Amém! Amém!, levantando as mãos; e inclinaram-se e adoraram o SENHOR, com o rosto em terra."Ne 8.5,6

A adoração consiste nos atos e atitudes que reverenciam e honram à majestade do grande Deus do céu e da terra. Sendo assim, a adoração concentra-se em Deus, e não no ser humano. No culto cristão, nós nos acercamos de Deus em gratidão por aquilo que Ele tem feito por nós em Cristo e através do Espírito Santo. A adoração requer o exercício da fé e o reconhecimento de que Ele é nosso Deus e Senhor.

BREVE HISTÓRIA DA ADORAÇÃO AO VERDADEIRO DEUS


O ser humano adora a Deus desde o ínicio da história. Adão e Eva tinham comunhão regular com Deus no jardim do Éden ( Gn 3.8). Caim e Abel trouxeram a Deus oferendas (hb. minhah, termo também traduzido por "tributo" ou dádiva") de vegetais e de animais (Gn 4.3,4). Os descendentes de Sete invocavam "o nome do SENHOR" (Gn 4.26). Noé construiu um altar ao Senhor para oferecer holocaustos depois do dilúvio (Gn 8.20). Abraão assinalou a paisagem da terra prometida com altares para oferecer holocaustos ao Senhor (Gn 12.7,8; 13.4, 18; 22.9) e falou intimamente com Ele (Gn 18.23-33; 22.11-18).

Somente depois do êxodo, quando o Tabernáculo foi construído, é que a adoração pública tornou-se formal. A partir de então, sacrifícios regulares passaram a ser oferecidos diariamente, e especialmente no sábado, e Deus estabeleceu várias festas sagradas anuais como ocasiões de culto público dos israelitas (Êx 23.14-17; Lv 1—7; Dt 12; 16). O culto a Deus foi posteriormente centralizado no templo de Jerusalém (cf. os planos de Davi, segundo relata 1Cr 22—26). Quando o templo foi destruído, em 586 a.C., os judeus construíram sinagogas como locais de ensino da lei e adoração a Deus enquanto no exílio, e aonde quer que viessem a morar. As sinagogas continuaram em uso para o culto, mesmo depois de construído o segundo templo por Zorobabel (Ed 3—6). Nos tempos do NT havia sinagogas na Palestina e em todas as partes do mundo romano (e.g. Lc 4.16; Jo 6.59; At 6.9; 13.14; 14.1; 17.1, 10; 18.4; 19.8; 22.19).

A adoração na igreja primitiva era prestada tanto no templo de Jerusalém quanto em casas particulares (At 2.46,47). Fora de Jerusalém, os cristãos prestavam culto a Deus nas sinagogas, enquanto isso lhes foi permitido. Quando lhes foi proibido utilizá-las, passaram a cultuar a Deus noutros lugares, geralmente em casas particulares (cf. At 18.7; Rm 16.5; Cl 4.15; Fm v. 2), mas, às vezes, em salões públicos (At 19.9,10).

MANIFESTAÇÕES DA ADORAÇÃO CRISTÃ.

   1. Dois princípios-chaves norteiam a adoração cristã.

(a) A verdadeira adoração é a que é prestada em espírito e verdade, i.e., a adoração deve ser oferecida à altura da revelação que Deus fez de si mesmo no Filho (Jo 14.6). Por sua vez, ela envolve o espírito humano, e não apenas a mente, e também como as manifestações do Espírito Santo (1Co 12.7-12).

(b) A prática da adoração cristã deve corresponder ao padrão do NT para a igreja. Os crentes atuais devem desejar, buscar e esperar, como norma para a igreja, todos os elementos constantes da prática da adoração vista no NT.

   2. O fato marcante da adoração no AT era o sistema sacrificial ( Nm 28, 29). Uma vez que o sacrifício de Cristo na cruz cumpriu esse sistema, já não há mais qualquer necessidade de derramamento de sangue como parte do culto cristão ( Hb 9.1—10.18). Através da ordenança da Ceia do Senhor, a igreja do NT comemorava continuamente o sacrifício de Cristo, efetuado de uma vez por todas (1Co 11.23-26). Além disso, a exortação que tem a igreja é oferecer "sempre, por ele, a Deus sacrifício de louvor, isto é, o fruto dos lábios que confessam o seu nome" (Hb 13.15), e a oferecer nossos corpos como "sacrifício vivo, santo e agradável a Deus".

   3. Louvar a Deus é essencial à adoração cristã. O louvor era um elemento-chave na adoração de Israel a Deus (e.g., Sl 100.4; 106.1; 111.1; 113.1; 117), bem como na adoração cristã primitiva (At 2.46,47; 6.25; Rm 15.10,11; Hb 2.12).

   4. Uma maneira autêntica de louvar a Deus é cantar salmos, hinos e cânticos espirituais. O AT está repleto de exortações sobre como cantar ao Senhor (e.g., 1Cr 16.23; Sl 95.1; 96.1,2; 98.1,5,6; 100.1,2). Na ocasião do nascimento de Jesus, a totalidade das hostes celestiais irrompeu num cântico de louvor (Lc 2.13,14), e a igreja do NT era um povo que cantava (1Co 14.15; Ef 5.19; Cl 3.16; Tg 5.13). Os cânticos dos cristãos eram cantados, ou com a mente (i.e. num idioma humano conhecido) ou com o espírito (i.e., em línguas). Em nenhuma circunstância os cânticos eram executados como passatempo.

   5. Outro elemento importante na adoração é buscar a face de Deus em oração. Os santos do AT comunicavam-se constantemente com Deus através da oração (e.g. Gn 20.17; Nm 11.2; 1Sm 8.6; 2 Sm 7.27; Dn 9.3-19; cf. Tg 5.17,18). Os apóstolos oravam constantemente depois de Jesus subir ao céu (At 1.14), e a oração tornou-se parte regular da adoração cristã coletiva (At 2.42; 20.36; 1Ts 5.17). Essas orações eram, às vezes, por eles mesmos (At 4.24-30); outras vezes eram orações intercessórias por outras pessoas (e.g. At 12.5; Rm 15.30-32; Ef 6.18). Em todo tempo a oração do crente deve ser acompanhada de ações de graças a Deus (Ef 5.20; Fp 4.6; Cl 3.15,17; 1Ts 5.17,18). Como o cântico, o orar podia ser feito em idioma humano conhecido, ou em línguas (1Co 14.13-15).

   6. A confissão de pecados era sabidamente parte importante da adoração no AT. Deus estabelecera o Dia da Expiação para os israelitas como uma ocasião para a confissão nacional de pecados (Lv 16). Salomão, na sua oração de dedicação do templo, reconheceu a importância da confissão (1Rs 8.30-36). Quando Esdras e Neemias verificaram até que ponto o povo de Deus se afastara da sua lei, dirigiram toda a nação de Judá numa contrita oração pública de confissão (cap. 9). Assim, também, na oração do Pai nosso, Jesus ensina os crentes a pedirem perdão dos pecados (Mt 6.12). Tiago ensina os crentes a confessar seus pecados uns aos outros (Tg 5.16); através da confissão sincera, recebemos a certeza do gracioso perdão divino (1Jo 1.9).

   7. A adoração deve também incluir a leitura em conjunto das Escrituras e a sua fiel exposição. Nos tempos do AT, Deus ordenou que, cada sétimo ano, na festa dos Tabernáculos, todos os israelitas se reunissem para a leitura pública da lei de Moisés (Dt 31.9-13). O exemplo mais patente desse elemento do culto no AT, surgiu no tempo de Esdras e Neemias (8.1-12). A leitura das Escrituras passou a ser uma parte regular do culto da sinagoga no sábado ( Lc 4.16-19; At 13.15). Semelhantemente, quando os crentes do NT reuniam-se para o culto, também ouviam a leitura da Palavra de Deus (1Tm 4.13; cf. Cl 4.16; 1Ts 5.27) juntamente com ensinamento, pregação e exortação baseados nela (1Tm 4.13; 2Tm 4.2; cf. At 19.8-10; 20.7).

   8. Sempre quando o povo de Deus se reunia na Casa do Senhor, todos deviam trazer seus dízimos e ofertas (Sl 96.8; Ml 3.10). Semelhantemente, Paulo escreveu aos cristãos de Corinto, no tocante à coleta em favor da igreja de Jerusalém: "No primeiro dia da semana, cada um de vós ponha de parte o que puder ajuntar, conforme a sua prosperidade" (1Co 16.2). A verdadeira adoração a Deus deve, portanto ensejar uma oportunidade para apresentarmos ao Senhor os nossos dízimos e ofertas.

   9. Algo singular no culto da igreja do NT era a atuação do Espírito Santo e das suas manifestações. Entre essas manifestações do Espírito na congregação do Senhor havia a palavra da sabedoria, a palavra do conhecimento, manifestações especiais de fé, dons de curas, poderes miraculosos, profecia, discernimento de espíritos, falar em línguas e a interpretação de línguas (1Co 12.7-10). O caráter carismático do culto cristão primitivo vem, também, descrito nas cartas de Paulo: "Quando vos ajuntais, cada um de vós tem salmo, tem doutrina, tem revelação, tem língua, tem interpretação" (1Co 14.26). Na primeira epístola aos coríntios, Paulo expõe princípios normativos da adoração deles. O princípio dominante para o exercício de qualquer dom do Espírito Santo durante o culto é o fortalecimento e a edificação da congregação inteira (1Co 12.7; 14.26).

  10. O outro elemento excepcional na adoração segundo o NT era a prática das ordenanças — o batismo e a Ceia do Senhor. A Ceia do Senhor (ou o "partir do pão", ver At 2.42) parece que era observada diariamente entre os crentes logo depois do Pentecostes (At 2.46,47), e, posteriormente, pelo menos uma vez por semana (At 20.7,11). O batismo conforme a ordem de Cristo (Mt 28.19,20) ocorria sempre que havia conversões e novas pessoas ingressavam na igreja (At 2.41; 8.12; 9.18; 10.48; 16.30-33; 19.1-5).

AS BÊNÇÃOS DE DEUS PARA OS VERDADEIROS ADORADORES

Quando os crentes verdadeiramente adoram a Deus, muitas bênçãos lhes estão reservadas por Ele. Por exemplo, Ele promete :

(1) que estará com eles (Mt 18.20), e que entrará e ceará com eles (Ap 3.20);
(2) que envolverá o seu povo com a sua glória (cf. Êx 40.35; 2Cr 7.1; 1Pe 4.14);
(3) que abençoará o seu povo com chuvas de bênçãos (Ez 34.26), especialmente com a paz (Sl 29.11);
(4) que concederá fartura de alegria (Sl 122.1,2; Lc 15.7,10; Jo 15.11);
(5) que responderá às orações dos que oram com fé sincera (Mc 11.24; Tg 5.15);
(6) que encherá de novo o seu povo com o Espírito Santo e com ousadia (At 4.31);
(7) que enviará manifestações do Espírito Santo entre o seu povo (1Co 12.7-13);
(8) que guiará o seu povo em toda a verdade através do Espírito Santo (Jo 15.26; 16.13);
(9) que santificará o seu povo pela sua Palavra e pelo seu Espírito (Jo 17.17-19);
(10) que consolará, animará e fortalecerá seu povo (Is 40.1; 1Co 14.26;2Co 1.3,4; 1Ts 5.11);
(11) que convencerá o povo do pecado, da justiça e do juízo por meio do Espírito Santo ( Jo 16.8 );
(12) que salvará os pecadores presentes no culto de adoração, sob a convicção do Espírito Santo (1Co 14.22-25).

EMPECILHOS À VERDADEIRA ADORAÇÃO

O simples fato de pessoas se dizendo crentes realizarem um culto, não é nenhuma garantia de que haja aí verdadeira adoração, nem que Deus aceite seu louvor e ouça suas orações.

(1) Se a adoração a Deus é mera formalidade, somente externa, e se o coração do povo de Deus está longe dEle, tal adoração não será aceita por Ele. Cristo repreendeu severamente os fariseus por sua hipocrisia; eles observavam a lei de Deus por legalismo, enquanto seus corações estavam longe dEle (Mt 15.7-9; 23.23-28; Mc 7.5-7). Note a censura semelhante que Ele dirigiu à igreja de Éfeso, que adorava o Senhor mas já não o amava plenamente (Ap 2.1-5).

(2) Outro impedimento à verdadeira adoração é um modo de vida comprometido com o mundanismo, pecado e imoralidade. Deus recusou os sacrifícios do rei Saul porque este desobedeceu ao seu mandamento (1Sm 15.1-23). Isaías repreendeu severamente o povo de Deus como "nação pecadora... povo carregado da iniqüidade da semente de alignos" (Is 1.4); ao mesmo tempo, porém esse mesmo povo oferecia sacrifícios a Deus e comemorava seus dias santos. Por isso, o Senhor declarou através de Isaías:

"As vossas festas da lua nova, e as vossas solenidades, as aborrece a minha alma; já me são pesadas; já estou cansado de as sofrer. Pelo que, quando estendeis as mãos, escondo de vós os olhos; sim, quando multiplicais as vossas orações, não as ouço, porque as vossas mãos estão cheias de sangue" (Is 1.14,15).

Semelhantemente, na igreja do NT, Jesus conclamou os adoradores em Sardes a se despertarem, porque "não achei as tuas obras perfeitas diante de Deus" (Ap 3.2). Da mesma maneira, Tiago indica que Deus não atenderá as orações egoístas daqueles que não se separam do mundo (Tg 4.1-5). O povo de Deus só pode ter certeza que Deus estará presente à sua adoração e a aceitará, quando esse povo tiver mãos limpas e coração puro (Sl 24.3,4; Tg 4.8).